domingo, 20 de junho de 2010

Children of Heaven



Um filme magnífico. Um dos melhores que já vi. Filhos do paraíso, caracteriza-se por uma história simples, delicada e sensível. Ao assisti-lo não se deve buscar os efeitos especiais sensacionalistas de filmes estadunidenses ou britânicos, entretanto a simplicidade e sutileza de um filme asiático muito bem feito. Recomendo para todos os apreciadores de uma história inteligente e fabulosa.


Veja o Trailler:

Um filme lindo! Uma estória simples, mas repleta de emoção e atos de muita honra. Sem efeitos especiais, sem astros e estrelas milionários, sem apelos de qualquer natureza. Apenas emoção. Assista, pois vale muito a pena!

Uma jóia de simplicidade, profundamente comovente e realista, "Filhos do Paraíso" (Children of Heaven - Iran, 1998 - 88 minutos - de Majid Majidi, que também escreveu o roteiro) foi candidato ao Oscar 1999 de Melhor Filme Estrangeiro. Do primeiro ao último fotograma, sua forma e seu conteúdo compõem um poema sobre a família pobre, lutando diariamente para manter suas necessidades básicas atendidas. Nada é fácil, nem mesmo ir à escola, quando irmão e irmã contam apenas com um par de sapatos.A história mostra um lar onde existem o amor e o apoio mútuos, amizade e respeito; muita honestidade, apesar das grandes dificuldades e carências; solidariedade entre vizinhos; a disciplina na escola; os costumes familiares, sociais e religiosos iranianos. Outro aspecto importante está nas cenas em que pai e filho vão à cidade e se deparam com uma realidade que chega a lhes assustar: edifícios enormes e residências modernas, luxuosas, ocidentalizadas, equipadas com os mais variados recursos, desde os imensos portões.Destaques: direção, interpretação, roteiro, fotografia, trilha sonora, apresentação dos créditos iniciais e as cenas finais. Clima de suspense emocional; ação; momentos líricos.Embora o diretor tenha concluído o script de Filhos do Paraíso (Bacheha-Ye Aseman) em cinco meses, o financiamento do filme foi difícil de ser conseguido, sobretudo porque retrata personagens vivendo na pobreza. Diversas agências governamentais rejeitaram o projeto cinematográfico. Aprovado e produzido pelo Institute for the Intellectual Development of Children and Young Adults (Instituto para o Desenvolvimento Intelectual de Crianças e Jovens Adultos), teve sua filmagem concluída em 70 dias.Durante o ano letivo, milhares de estudantes assistiram, nas escolas, gratuitamente, ao filme, que se tornou sucesso de público no Irã.Como os protagonistas desta sua obra, o diretor cresceu vivendo com seus pais e quatro irmãos em um único quarto. Segundo ele explicou:"Em toda sociedade, existe sempre o problema de 'ter' ou 'não ter', o que cria um monte de conflitos. No momento, esse é o problema mais significativo de nossa sociedade. Nós estamos oscilando entre problemas econômicos e falta de justiça social. É missão da arte continuar a atacar esses problemas, enquanto eles permanecerem."Em "Filhos do Paraíso", adultos e crianças, ainda que pobres, não abdicam de sua dignidade.A permanência dos valores familiares, em ambiente de tanta pobreza, revela a força dos vínculos afetivos, ainda que enfrentando circunstâncias em que a exclusão sócio-econômica parece capaz de destruir toda perspectiva de um futuro melhor.

"Os adultos são mais emotivos e mentalmente feridos. Sofrem com o passado e este pode criar um estado de desespero. Nas crianças, só se pode encontrar esperança e paixão pela vida. Elas são a visão de nossos sonhos. Acima de tudo, são a expressão da vida. Parte do motivo pelo sucesso dos filmes iranianos estarem brilhando é devido à presença de crianças neles." - Mohsen Makhmalbaf

"Todos os bons filmes sobre personagens infantis realizados no Iran têm algo mais importante acontecendo em segundo plano." - Niki Karimi

"Um maravilhoso, extraordinário e comovente filme. Atuação marcante com talento, humor e delicadeza." - New York Post

"Filhos do Paraíso é extremamente tocante em uma história de profunda devoção entre crianças. É um filme comovente... irresistível!" - Los Angeles Times

"Uma obra simplesmente arrebatadora." - New York Magazine"Filhos do Paraíso ilustra os simples laços do amor." - Miami Herald

Informações para download:Filme: Children.Of.Heaven.1997.LIMITED.DVDRip.XViD-DDX.torrent (700 MB)

Legenda: Children.Of.Heaven.1997.LIMITED.DVDRip.XViD-DDX.zip (16 KB)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

After A While

Dedico essa postagem a Minha querida Clementina (Élen Quérids), pois costumávamos apreciar a obra juntas, e também a Luara (Lubas Lucia) e Camila (Milete) Pela forte ajuda de me ajudar a escolher o endereço do blog (Luara chegou a me indicar que colocasse o nome do Blog GIZ CHINÊS dizendo que Giz Chinês é massa, mata barata, mata mosquito... mas tudo bem!), dedico a Lehas, como forma de redimir o fato de eu não ter dado parabéns ele no dia do aniversário dele, à Nielly por ter me passado o material pra estudar pra prova essa noite, Dedico a Lôro que me influenciou com o blog do seu Bezerra, Dedico a minha mãe (Luciene), ao meu pai (Luciano) por ter me feito e criado, ao meu irmão (Genesim), aos amigos (pelos efusivos abraços), ao namorado (Rodrigo) por ter criado um blog ontem e me deixado horas vendo ele mexer no seu blog interessantíssimo e desaflorado a idéia que eu já tinha comentado com a Camila de criar meu blog, mas também pelo maravilhoso presente de dias dos namorados e por todos os dias que ele me aguenta ,e por fim, agradeço a todos os leitores (ou não!)


Inicio meu blog com um texto magnifico, que gosto muito.
Muito se questiona sobre a autoria do feito, conhecido e interpretado como O Menestrel, de William Shakespeare, mas esse texto é na verdade de uma escritora norte-americana chamada Veronica Shoffstall e figura em um dos seus livros de auto-ajuda. Conheço várias pessoas que “amam” Shakespeare e o texto de Shoffstall é a única coisa dele que tiveram contato com excessão das adaptações cinematográficas.



Um dia você aprende...

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes e não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olho adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva anos para se construir confiança a apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso que sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que a vejamos.
Aprende que as circunstâncias e ambientes têm influência sobre nós, mas, nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fazem o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudaram a levantar-se.
Aprende que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando se está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não te ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ame, contudo, o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que perdoar a si mesmo. Aprende que a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para, para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.